A decisão entre arame sólido e tubular no processo MIG/MAG impacta diretamente na produtividade, qualidade do cordão e custo por metro soldado. Entenda as diferenças para fazer a escolha certa.

Arame sólido

O arame sólido (ER70S-6, por exemplo) é a opção mais econômica e versátil para soldagem de aço carbono em ambientes internos. Exige gás de proteção (Ar+CO₂ ou CO₂ puro) e produz menos respingo do que o tubular quando bem regulado. É ideal para chapas finas a médias e para produção em série com boa acessibilidade à junta.

Arame tubular

O arame tubular contém fluxo em seu interior, o que gera uma escória protetora e permite maior taxa de deposição. Existem dois subtipos:

  • Com proteção gasosa (FCAW-G): combina fluxo interno e gás externo, entregando alta produtividade e boa qualidade metalúrgica. Indicado para espessuras maiores e passes de enchimento/acabamento.
  • Autoprotegido (FCAW-S): dispensa gás de proteção, tornando-o prático para trabalho ao ar livre ou em locais ventilados onde o gás seria dispersado.

Comparativo rápido

Critério Sólido Tubular
Taxa de deposição Média Alta
Respingo Baixo (com Ar+CO₂) Médio
Pós-soldagem Mínima Remoção de escória
Custo do consumível Menor Maior
Uso externo Não recomendado Sim (FCAW-S)

Para auxiliar na escolha do arame ideal para seu processo, entre em contato com a equipe técnica da MJV Soldas.